Cadeiras no Congresso
3
3 deputados • 0 senadores

🌹 REDE
Partido com atuação parlamentar em 3 cadeiras no Congresso.
Cadeiras no Congresso
3
3 deputados • 0 senadores
Presidência nacional
Não localizada
Liderança na Câmara
Túlio Gadêlha
Liderança no Senado
Sem líder localizado
Campo aproximado
Centro-esquerda
Família política aproximada: Sustentabilidade.
Como o partido se apresenta
Partido com atuação parlamentar em 3 cadeiras no Congresso.
Análise editorial • Atualizado em 14/08/2026
A Rede Sustentabilidade nasceu de um movimento lançado pela ex-senadora Marina Silva em 2011, logo após a saída dela do PV, e foi formalizada como partido em 2015, com registro aprovado pelo TSE naquele ano. A legenda manteve o número 18.
O projeto nasceu com a proposta de uma política baseada na sustentabilidade, na participação social e na ética, e Marina, ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata à Presidência, é a principal referência do partido até hoje.
Em 2018, Marina foi candidata à Presidência pela REDE e obteve cerca de 1% dos votos válidos, resultado que frustrou as expectativas criadas pela campanha de 2010. No segundo turno daquele ano, a legenda declarou apoio a Fernando Haddad.
Também em 2018, o partido elegeu Joênia Wapichana, primeira deputada federal indígena da história do Brasil, por Roraima, mandato que marcou a presença da REDE no Congresso.
Em 2022, o partido formou federação com o PSOL, aliança que passou a funcionar como um único bloco no Congresso, e apoiou Lula na eleição daquele ano. Em 2023, Marina Silva tomou posse como ministra do Meio Ambiente no terceiro governo Lula.
O projeto da REDE nasceu com a coleta de assinaturas em todo o país, processo que durou anos e que a legenda usou para construir uma militância organizada em comitês locais.
A legenda também disputou eleições estaduais e municipais, elegendo vereadores e, em alguns estados, deputados estaduais, embora em números pequenos.
A REDE manteve, desde a fundação, o discurso de independência em relação aos partidos tradicionais, marca que acompanha o partido até hoje.
A REDE se define como um partido da sustentabilidade: o programa combina agenda ambiental, direitos humanos, defesa da democracia participativa e transparência pública, em um discurso que a legenda apresenta como alternativa tanto à esquerda tradicional quanto ao liberalismo.
No plano econômico, o partido defende a chamada economia verde, com geração de emprego a partir de energias limpas e da preservação ambiental, e a participação da sociedade civil na definição das políticas públicas.
Na prática, a REDE atua como partido de centro-esquerda, com bancada pequena e dependência da liderança de Marina Silva, característica que seus críticos apontam como fragilidade e seus dirigentes, como coerência.
O partido defende ainda a ampliação da participação de mulheres e de minorias na política, tema recorrente no discurso de suas lideranças, e a transparência na gestão pública.
A legenda também defende a transparência nas contas públicas e o controle social do orçamento, temas presentes em seus programas.
A REDE mantém bancada pequena na Câmara dos Deputados e presença discreta no Senado, e sua sobrevivência parlamentar é garantida pela federação com o PSOL, que também assegura o cumprimento da cláusula de barreira até o fim do período da aliança.
A atuação da bancada é concentrada em temas ambientais e de direitos humanos. Com Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente, a legenda passou a ter influência direta na formulação da política ambiental do governo Lula, área de constante atrito com o Congresso.
A bancada da REDE na Câmara foi reduzida ao longo das legislaturas, e o partido passou a depender da aliança com o PSOL para manter estrutura de funcionamento no Congresso.
A REDE também atua em frentes parlamentares ambientais e de direitos humanos.
Analistas descrevem a REDE como um partido de um nome só, pela centralidade de Marina Silva; a legenda rebate apontando a existência de militância organizada e de comitês em vários estados.
A condução da política ambiental no governo Lula gerou atritos públicos entre a ministra e setores do Congresso e do próprio governo, notadamente em torno de projetos de infraestrutura na Amazônia; os episódios foram amplamente noticiados e expuseram as tensões entre a agenda ambiental e o desenvolvimento econômico.
A federação com o PSOL, firmada em 2022, exigiu a convivência de duas culturas partidárias diferentes, processo acompanhado de atritos pontuais noticiados pela imprensa.
Setores do agronegócio e do Congresso questionaram medidas da pasta do Meio Ambiente; a ministra defendeu a política ambiental do governo em declarações públicas.
A legenda também foi questionada por sua pequena capilaridade municipal, tema que os dirigentes reconhecem como desafio.
Análise assinada pela equipe editorial do QuemVotar (Equipe QuemVotar). Este texto não representa recomendação de voto nem posição do partido.
Esta página resume a presença do Rede Sustentabilidade (REDE) no Congresso Nacional, incluindo tamanho da bancada, lideranças localizadas e caminhos para fontes oficiais. A composição parlamentar pode mudar por migrações partidárias, licenças, suplências e atualizações das casas legislativas.
Campo político e família partidária são classificações aproximadas para navegação. Elas devem ser lidas junto com votos, projetos, atuação das lideranças e informações oficiais do partido.