QuemVotarQUEM VOTAR.
Candidatos 2026MatchCompararRankingBuscar políticosPartidosGuiasAnálisesSobre
Fazer match
  1. Início
  2. /Partidos
  3. /PODE
Compartilhar:
PODE

🏛️ PODE

Podemos

Partido com atuação parlamentar em 30 cadeiras no Congresso.

Centro-direitaCentro reformista

Cadeiras no Congresso

30

27 deputados • 3 senadores

Presidência nacional

Não localizada

Liderança na Câmara

Rodrigo Gambale

Liderança no Senado

Giordano

Identidade política

Campo aproximado

Centro-direita

Família política aproximada: Centro reformista.

Como o partido se apresenta

Partido com atuação parlamentar em 30 cadeiras no Congresso.

Análise editorial • Atualizado em 14/08/2026

Do PTN ao Podemos

O Podemos é o novo nome do Partido Trabalhista Nacional (PTN), adotado em 2017. O PTN era uma legenda pequena, sem força eleitoral própria, que sobrevivia apoiando candidaturas majoritárias de outros partidos e negociando espaço nas coalizões.

A mudança de nome, acompanhada de novo programa e nova marca, foi apresentada como uma tentativa de renovação: o partido passou a se apresentar como uma legenda de centro, com discurso de renovação política e combate à corrupção, e manteve o número 19.

Em 2018, o partido lançou o senador Álvaro Dias à Presidência. A candidatura terminou em quarto lugar, com cerca de 8,7 milhões de votos, o melhor resultado da história da legenda, e transformou o Podemos em uma força média no cenário nacional.

Em 2021, o ex-juiz Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, filiou-se ao partido como pré-candidato à Presidência. Em março de 2022, porém, Moro deixou a legenda antes da campanha, em meio a divergências públicas com a direção, em episódio amplamente noticiado pela imprensa.

Sem seu principal nome, o partido não lançou candidato próprio à Presidência em 2022 e voltou a atuar como força auxiliar, participando das articulações do Congresso e mantendo bancada pequena na Câmara e no Senado.

O PTN, antes da mudança de nome, era conhecido como uma das legendas que mais abrigavam políticos em trânsito partidário, característica que o Podemos manteve após a troca de nome.

O crescimento após 2018 atraiu prefeitos e vereadores de outras siglas, e a legenda passou a disputar espaço nas eleições municipais de 2020 e 2024, mantendo, porém, o porte médio.

Centro e renovação política

O Podemos se apresenta como uma legenda de centro, sem alinhamento ideológico rígido. O partido construiu sua marca em torno do discurso de renovação política e de combate à corrupção, temas que dominaram a candidatura de Álvaro Dias em 2018.

Na prática, porém, a legenda adota o pragmatismo típico das legendas médias: negocia apoio a governos de diferentes campos em troca de cargos e espaço, comportamento que seus dirigentes justificam como realismo.

A deputada federal Renata Abreu, de São Paulo, preside o partido desde a mudança de nome, e a legenda mantém uma estrutura enxuta, com força concentrada em poucos estados.

O partido também defende a reforma do sistema político e a redução de privilégios do serviço público, temas recorrentes no discurso de suas lideranças.

Em campanhas, a legenda costuma apoiar candidaturas locais de diferentes partidos, priorizando a eleição de vereadores, base da estrutura partidária.

O partido também defende a modernização da gestão pública e o uso de tecnologia nos serviços do Estado.

Bancada pequena, articulação constante

O Podemos mantém bancada pequena na Câmara dos Deputados e presença discreta no Senado. Apesar do tamanho, o partido participa das articulações do Congresso e costuma negociar com o governo da vez, indicando cargos em diferentes momentos.

A legenda também elege vereadores e prefeitos em eleições municipais, com presença mais visível em São Paulo e em estados do Sul e do Nordeste, e a bancada federal tende a votar caso a caso, sem posição partidária rígida.

Em 2022, o partido elegeu deputados federais em vários estados, mantendo bancada pequena, e, após a eleição, passou a negociar pontualmente com o governo eleito.

O partido também mantém diretórios em todos os estados e disputa as eleições municipais com candidaturas proporcionais, base de sua estrutura.

A crise da saída de Moro

A passagem de Sergio Moro pelo partido terminou em crise pública: após a saída, em março de 2022, o ex-juiz e dirigentes do Podemos trocaram acusações noticiadas pela imprensa, e o episódio passou a ser citado como exemplo dos limites das chamadas prévias presidenciais.

O partido também é criticado por abrigar políticos de diferentes campos e por mudar de posição conforme o governo, crítica comum a legendas de centro; a direção rebate dizendo que a independência é a marca da legenda.

A legenda também foi criticada por setores do eleitorado por ter recebido políticos vindos de governos petistas e de governos de direita; a direção afirma que o partido é de centro por definição e que a pluralidade é uma de suas marcas.

O partido, apesar do porte médio, mantém presença nas articulações do Congresso e nos debates sobre reforma política.

Fontes desta análise

Site oficial do PodemosRegistro no TSEDados abertos da Câmara

Análise assinada pela equipe editorial do QuemVotar (Equipe QuemVotar). Este texto não representa recomendação de voto nem posição do partido.

Como interpretar este partido

Esta página resume a presença do Podemos (PODE) no Congresso Nacional, incluindo tamanho da bancada, lideranças localizadas e caminhos para fontes oficiais. A composição parlamentar pode mudar por migrações partidárias, licenças, suplências e atualizações das casas legislativas.

Campo político e família partidária são classificações aproximadas para navegação. Elas devem ser lidas junto com votos, projetos, atuação das lideranças e informações oficiais do partido.

Entender metodologiaPolítica editorial

Blocos no Senado

BLDEM

Fontes e caminhos

Ver bancada do partidoRegistro partidario no TSEDados da Camara
QUEM VOTAR.

© 2026 QUEM VOTAR. PLATAFORMA INDEPENDENTE. DADOS: CÂMARA, SENADO, TSE E CNJ.

SobreMetodologiaPolítica EditorialGuiasCandidatos 2026AnálisesCompararPrivacidadeTermos de UsoFontesContatoPublicidade